Ateus convertidos ao cristianismo

Augusto Cury

1) Na lista dos ateus convertidos, vamos começar com mais atual, aquele que era considerado o mais convicto ateu da atualidade, Dr. Augusto Cury.

Considerado, talvez, mais ateu do que o próprio NIETZSCHE! Sim, pois ele era um ateu científico, com conhecimento de causa, enquanto Nietzsche seria um ateu que combatia alguns atos religiosos e escreveu sobre a “morte de Deus” e por isso baniu a ideia de Deus da sua mente.
Cury é medico psiquiatra, escritor e cientista, pos-graduado em Psicologia Social; Pensador, pesquisador de Psicologia. Desenvolveu em 17 anos a primeira teoria brasileira sobre a Construção da Inteligência, denominada de Inteligência Multifocal. O cientista da alma diz:

“Eu fui um dos maiores ateus que já pisou nessa terra, talvez mais do que Nietzsche que escreveu sobre a “morte de Deus”; do que Marx que considerou Deus como “ópio” da sociedade; pra mim, Deus era uma invenção da psique humana, uma construção dos pensamentos (que é a minha área de pesquisa), então nesse aspecto eu fui um ateu científico; eles foram ateus que combatiam alguns atos religiosos e por isso baniram a ideia de Deus da sua mente. *

Você entrevista abaixo.

2) Luiz Felipe Pondé

Pondé

Por que o senhor deixou de ser ateu?
Comecei a achar o ateísmo aborrecido, do ponto de vista filosófico. A hipótese de Deus bíblico, na qual estamos ligados a um enredo e um drama morais muito maiores do que o átomo, me atraiu. Sou basicamente pessimista, cético, descrente, quase na fronteira da melancolia. Mas tenho sorte sem merecê-la. Percebo uma certa beleza, uma certa misericórdia no mundo, que não consigo deduzir a partir dos seres humanos, tampouco de mim mesmo. Tenho a clara sensação de que às vezes acontecem milagres. Só encontro isso na tradição teológica. Fonte: CACP

3) Antony Flew

antony-flewO ex-ateu Antony Flew, que faleceu em 2010 aos 87 anos, era conhecido por seu ativismo contra a fé. Entre os ateus, era considerado o “Papa dos ateus” e muitos estudiosos e filósofos gostam de ilustrar sua influência comparando-o a Richard Dawkins, o mais famoso ateu da atualidade, dizendo que ele foi no século XX, o que o famoso ateu inglês é hoje para os ateus: um símbolo.

Porém, em 2004, ao abandonar o ateísmo, ele se tornou o maior exemplo dos religiosos que se importam com o debate sobre fé e ciência.

4) Patrick Greene (Ativista): “Fiquei perplexo que cristão ajudariam ateus”

Patrik

Um veterano da força aérea que tem uma história de ativismo a causas ateístas, anunciou que está se convertendo ao cristianismo e que também tem planos de se tornar um pastor de uma congregação liberal. Isso ocorre dois meses depois que ele ameaçou processar um condado do Texas por permitir que um presépio fosse exposto em propriedade pública.

Ele abandonou o processo após descobrir que havia desenvolvido catarata e estava correndo o risco de perder a visão. Patrick foi forçado a abandonar o trabalho como motorista de táxi e ficou dependente de sua esposa, que é ateísta.

Patrick passou a reconsiderar sua visão sobre Deus depois que Jessica Crye, uma mulher cristã, leu sobre o problema dele e resolveu perguntar ao seu pastor da Igreja Batista de Sand Spring, se eles poderiam ajudar Patrick. Milhares de dólares foram levantados em doações de cristãos e ateus em um fundo que ele mesmo criou no site GoFundMe (Fundos para Mim). Patrick disse que ficou “perplexo que cristãos ajudariam ateus”.

Embora ele diz que a cegueira seja inevitável, ele ainda está buscando uma segunda opinião de seu diagnóstico.

Essa compaixão que o obrigou a começar a repensar suas crenças completamente, disse ele, ao The Christian Post. “Havia um pensamento persistente em minha cabeça a vida toda, e é um pensamento que eu nunca fui capaz de conciliar, que é a grande diferença entre todos os animais e nós”, disse Patrick, percebendo que a teoria da evolução, que foi concebida em oposição de que Deus é o criador, não respondia à suas questões, passando assim a acreditar em Deus.

“Eu meio que percebi que as perguntas que eu estava fazendo você só tinha que aceitar a fé sem duvidar de cada período e cada vírgula”

5) Francis Sellers Collins

Francis CollinsÉ um geneticista dos Estados Unidos. É um dos cientistas mais respeitados da atualidade. Wikipédia

Diz ele “Eu sou um cientista e crente, e não vejo qualquer conflito quanto a isso. Como diretor do Projeto do Genoma Humano,  conduzi um consórcio de cientistas para ler as 3,1 bilhões de letras do genoma humano, o nosso próprio livro de instruções de ADN. Como crente, eu vejo o ADN, a informação molecular de todas as coisas vivas, como linguagem de Deus, e a elegância e complexidade dos nossos próprios corpos e o resto da natureza como reflexo do plano de Deus. Eu não abracei sempre estas perspectivas. Quando me formei em Físico-Química nos anos 70, eu era ateu, não encontrando qualquer razão que postulasse a existência de quaisquer verdades fora da matemática, física e química. Mas depois fui para uma escola médica, e deparei-me com as questões da vida e da morte nos leitos dos meus pacientes. Desafiado por um desses pacientes, que me perguntou, “O que crê, doutor?”, comecei a procurar respostas.

Tive de admitir que a ciência que eu amava era impotente para responder a questões como, “Qual o significado da vida?” “Porque estou aqui?” “Porque é que a matemática funciona, de qualquer modo?” “Se o universo teve um começo, quem é que o criou?” “Porque é que as constantes físicas no universo estão tão rigorosamente sintonizadas para permitir a possibilidade de formas de vida complexas?” “Porque é que os humanos têm um sentido moral?” “O que é que acontece depois de morrermos?”

Sempre assumi que a fé estava baseada em argumentos puramente emocionais e irracionais, e fiquei atônito ao descobrir, inicialmente nos escritos do acadêmico de Oxford, C. S. Lewis e subsequentemente em muitas outras fontes, que uma pessoa podia edificar uma defesa muito forte para a plausibilidade da existência de Deus em bases puramente racionais. A minha antiga asserção ateia de que “Eu sei que Deus não existe” emergia sem a mínima defesa. Como o escritor Britânico, G. K. Chesterton, ilustremente assinalou, “O Ateísmo é o mais ousado de todos os dogmas, pois é a afirmação de uma negação universal.”

Porém a razão apenas, não pode provar a existência de Deus. A fé é razão mais revelação, e a parte da revelação requer que uma pessoa pense com o espírito como igualmente com a mente. Tu tens de ouvir a música, não apenas ler as notas na pauta. Por fim, é requerido um salto de fé.”

6) Walt Brown – ex-ateu que defende a historicidade do dilúvio Bíblico.

walterO diretor do Centro Científico de Criação, no Estado do Arizona, Walt Brown, publicou recentemente a oitava edição de seu livro “In the Beginning: Compelling Evidence for Creation and the Flood” (“No Princípio: Evidências da Criação e do Dilúvio”).

Brown é formado pelo Instituto Militar de Ensino Superior de West Point, tem um Ph.D. em Engenharia Mecânica pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts, é membro da National Science Foundation, atuou como professor titular da Academia da Força Aérea e foi chefe de Estudos Científicos e Tecnológicos no Air War College.

Antigo defensor do evolucionismo, Brown hoje se dedica a pesquisar e escrever sobre os aspectos científicos dos relatos de Gênesis. Em sua obra ele apresenta dados e defende a teoria do “hydroplate”. Através dessa teoria ele procura comprovar que a Terra apresenta características geológicas de que possui apenas 5.000 anos e que os fósseis comprovam isso.

“Na crosta terrestre pré-dilúvio havia mares superficiais e mares subterrâneos. No entanto, nem toda a água subterrânea subiu para a superfície durante o dilúvio”, afirma o cientista, que argumenta que os terremotos até hoje fornecem evidências de que ainda existem oceanos de água sob a crosta.

Livro lançado por Walt Brown, “In the Beginning” (“No Princípio”), mais um da crescente lista de cientistas, ex-ateus, convertidos ao Cristianismo e defensor do criticismo às teorias darwinistas.
Segundo ele, os canais subterrâneos de água podem transmitir rapidamente milhares de quilômetros de ondas de choque a partir do epicentro. Brown explica que os feitos dessa transmissão são evidenciados em torno dos lagos, onde a crosta é mais fina. Se as ondas de choque atingissem rocha sólida, em vez de água, os efeitos do terremoto nunca iriam se estender a grandes distâncias, como vemos muitas vezes.

“Ásia, Europa, África e as Américas eram um bloco único de Terra, no que é agora o Oceano Atlântico”, afirma Brown, acrescentando que foi essa “ruptura” que separou os blocos de terra que hoje chamamos de continentes.

Segundo a teoria do cientista, tal processo teria empurrado o eixo do planeta, causando mudanças bruscas, o que explicaria como restos de animais e plantas tropicais puderam ser encontrados no alto de montes onde hoje existe neve perpétua.

De acordo com o site americano WND, o cientista afirma em seu livro que a explicação evolucionista de que cometas, asteroides ou atividade vulcânica provocaram a extinção dos dinossauros é falha. Segundo ele, apenas uma inundação mundial teria o poder de causar esse “enterro em massa”, fossilizando os animais.

7) Leah Libresco

Leah LibrescoA popular blogueira americana atéia responsável do “Patheos Atheist Portal”.

No passado 18 de Junho uma postagem desta jovem filósofa, formada em Yale e colaboradora do Huffington Post, definitivamente chocou muitos seguidores – especialmente ateus – do seu blog, chegando rapidamente a todas as partes do mundo.

“Esta é a minha última postagem” anunciava dramaticamente o título do artigo, onde a blogueira declarava ter finalmente encontrado a resposta para aquela sua “moral interna” que até agora o ateísmo não conseguia satisfazer: o cristianismo. A resposta que durante anos Leah refutava e rejeitava com “explicações que buscam colocar a moralidade no mundo natural.”

“Durante anos eu tentei argumentar a origem da lei moral universal que reconhecia presente em mim” explicou a blogueira; uma moralidade “objetiva como a matemática e as leis da física”. Nesta busca contínua de respostas, Leah se refugiou, por exemplo, na filosofia ou na psicologia evolutiva.

“Eu não pensava que a resposta estivesse ali” admite, mas ao mesmo tempo “não podia mais esconder que o cristianismo demonstrava melhor do que qualquer outra filosofia aquilo que reconhecia já como verdadeiro: uma moral dentro de mim que o meu ateísmo, porém, não conseguia explicar”.

Os primeiros “sinais” de conversão vieram no dia de Domingo de Ramos, quando a blogueira participa de um debate com os alunos de Yale para explicar de onde deriva a lei moral. Durante a explicação, foi interrompida por um jovem que “buscava fazer-me pensar – como ela mesma lembra – pedindo-me para não repetir a explicação dos outros, mas para dizer o que eu pensava sobre isso”.

“Não sei, não tenho uma idéia” é a resposta da Leah diante de uma pergunta simples, mas inquietante. “A sua melhor hipótese?”, continuou o jovem, “não tenho uma”, ela responde: “Terá talvez alguma idéia”, continua ele; “não o sei… mas acho que a moral tenha se apaixonado por mim ou algo parecido” tenta falar a filósofa, mas o rapaz neste momento diz-lhe o que pensava.

Refletindo, a mulher diz: “Percebi que, como ele, eu acreditava que a moral fosse objetiva, um dado independente da vontade humana”. Leah descobre portanto que também ela crê “numa ordem, que implica alguém que o tenha pensado” e “na existência da Verdade, na origem divina da moral”.

E por último, Lewis Wallace, o grande escritor do romance Ben-Hur do qual também saiu o filme com o mesmo título.

8) Lewis Wallace (1827-1905).

lewisFoi um escritor e militar americano, conhecido por ter escrito o romance Ben-Hur: a tale of the Christ, publicado em 1880, e que todos nós o conhecemos pelo filme Ben-Hur, de 1959, premiado com 11 Oscar (recomendo que antes da volta de Jesus Cristo, assistam a este filme). O que todos não sabiam é que Lewis era ateu antes de escrever este romance.

Lewis Wallace era conhecido por ser precisamente um homem ateu. Certa vez, viajando de trem com um grande amigo, comentavam a respeito da quantidade de torres de igrejas que havia na cidade de Saint Louis, capital do Missouri, acrescentando que não podiam entender como tanta gente culta acreditava nas Escrituras. Naquele momento, o amigo sugeriu-lhe que escrevesse um livro provando ao mundo que Jesus Cristo nunca existiu e que muito menos, Deus tinha inspirado os autores dos Evangelhos ou dos outros livros do Novo Testamento. Tal livro por certo o tornaria célebre e derrubaria o “mito” de que Jesus é o Salvador do mundo. Concordando com o amigo, Lewis revelou o plano à sua esposa. Por mais de dois anos, Lewis coletou dados e pesquisou a vida de Jesus ao pormenor, em diversas bibliotecas dos Estados Unidos. Por fim, encontrou-se em uma situação bem difícil. Disse ele: “Comecei a escrever um livro para provar que Jesus Cristo nunca existiu e quando me dei conta estava provando que Ele de fato existiu. Tal convicção tornou-se em mim certeza absoluta. Ao estudar seu caráter, não tive mais dúvidas ser ele o Filho de Deus, e assim abri totalmente o meu coração a Ele.”

O livro, Ben Hur, que é uma apologia das lutas do Cristianismo primitivo, foi escrito em 1880 e transformado, várias vezes, em filmes de grande sucesso. Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Lew_Wallace

Sei que existem outros mais, além dos listados aqui, porém, não querendo alongar, deixo apenas esta lista para reflexão daqueles que dizem ser o cristianismo coisa de ignorante.

17/11/2014

Paulo Filoteus

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Um pensamento sobre “Ateus convertidos ao cristianismo

  1. A Bíblia diz que toda alma suspira por Deus, mas atualmente alguns cientistas, filósofos e psicólogos tentam fugir desta parte da Bíblia Sagrada.
    Compreenda todo o esforço mental na busca por Deus é vão quando se está em trevas, o homem que não crê ele está em trevas e não vem para a luz para que suas obras não sejam questionadas como o Paulo disse.
    Existe ateus de todos as classes possíveis mas na realidade o que todos tem em comum é a vaidade da vida e aflição de espírito como Salomão disse.
    O homem nasceu servo mesmo que dele mesmo, o esforço em ser senhor traz aflição de espírito pois é impossível, todos os caminhos do homem são vaidade há única opção de salvação que o homem tem é a fé na sua própria salvação.

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